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28 de jun. de 2013
2 de abr. de 2013
Hipertônico e Hipotônico
Em fenômenos de difusão, quando um soluto é transportado por um fluido
líquido ou gasoso de um meio mais concentrado para um menos concentrado,
ou osmose (quando o fluido envolvido é a água), os termos hipertônico e hipotônico são definidores da análise de movimento e sentido das partículas quando separadas de um meio com concentração diferente.
Um meio hipertônico é justamente aquele que apresenta
concentração de um soluto maior em relação a outro meio. Este, por sua
vez, é hipotônico em relação ao primeiro. Assim, essas classificações só
podem ser empregadas em sentido de comparação e não como definição primária da característica osmótica de uma solução.
Exemplos:
1) Num caso extremo, ao por sal doméstico em algumas folhas de
alface, pode-se perceber que após algum tempo as mesmas estão murchas.
Isso se deve ao fato da água presente nas folhas fluírem para dissolver o
sal adicionado: portanto, o sal agiria como um meio hipertônico em
relação às folhas de alface; enquanto que as mesmas como um meio
hipotônico.
Vale ressaltar que a classificação do sal como uma solução altamente
concentrada não se aplica, já que se encontra em estado sólido. A
classificação como meio assume posição mais aceitável.
2) Uma hemácia
(célula que constitui o sangue) encontra-se em estado túrgido quando é
posta em um meio hipotônico em relação a ela. Desse modo, o fluxo de
água é de fora para dentro (contrário ao fluxo presente no exemplo
acima) e corre o risco de a hemácia se romper (hemólise).
3) Caso a célula em questão fosse de um vegetal, por haver
parede celular suficientemente resistente, esta iria apenas apresentar
turgidez ou plasmólise (quando inserida num meio hipertônico).
A osmose reversa,
como o próprio nome sugere, ocorre quando um solvente é retirado de um
soluto através de uma pressão fornecida (contrariando o gradiente de
concentração – o princípio de existência da difusão em geral). Assim,
faz-se uso de uma membrana permeável apenas pelo solvente.
Alguns exemplos de osmose reversa são:
- Dessalinização da água do mar (embora outros métodos possam ser empregados para a separação);
- Desmineralização de água para produção de fármacos e emprego em procedimentos clínicos (como a hemodiálise);
Essa técnica torna-se mais viável técnica e economicamente quando os
solutos são de baixa massa molecular. Uma vez que a pressão fornecida é
relativamente elevada e o processo pode ser muito lento.
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Grandezas Químicas
GRANDEZAS - CONCEITO
E para medir a massa de um átomo ou uma
molécula qual será a grandeza utilizada?
Massa Atômica de um Elemento
Portanto:
Massa Molecular (MM)
ou ainda...
Constante de Avogadro (N)
Sendo que, por exemplo:
• 1 mol de laranjas contém → 6,02 · 1023 laranjas;
• 1 mol de grãos de areia contém → 6,02 · 1023 grãos de areia;
• 1 mol de átomos contém → 6,02 · 1023 átomos;
• 1 mol de moléculas contém → 6,02 · 1023 moléculas;
• 1 mol de íons contém → 6,02 · 1023 íons;
• 1 mol de elétrons contém → 6,02 · 1023 elétrons, etc.
Massa Molar (M)
Massa Molar de um Elemento
A massa molar de um elemento é a massa em gramas de 1 mol de átomos, ou seja, 6,02 · 1023 átomos desse elemento. A massa molar de um elemento é numericamente igual à sua massa atômica expressa em gramas.
Exemplo:
Al (MA = 27 u)
a) CO2 (C = 12 u ; O = 16 u)
MM = 1 · 12 + 2 · 16
MM = 12 + 32 = 44 u
Logo, ficamos com:
b) NaCl (Na = 23; Cl = 35,5)
MM = 1 · 23 + 1 · 35,5
MM = 23 + 35,5 = 58,5 u
Logo, ficamos com:
Massa Molar de um Íon
A massa molar de um íon é a massa de 1 mol de íons em gramas que é numericamente igual à massa de íon expressa em gramas.
Exemplo:

Logo, ficamos com:
Quantidade de Matéria ou Quantidade em Mols (n)
Exemplo 1
Quantos mols de átomos correspondem a 280 g de ferro? (Fe = 56 u)
Resolução:
Quantos mols de moléculas correspondem a 88 g de
dióxido de carbono (CO2)? (C = 12u, O = 16 u)
Resolução:
Concluímos, portanto, que estes cálculos podem
ser generalizados pela fórmula:
Onde temos:
• n = quantidade em mols
• m = massa em gramas
• massa molar em gramas/mol
Fonte: http://www.profpc.com.br/grandezas_qu%C3%ADmicas.htm
Grandeza pode ser definido com tudo aquilo que pode ser medido, como por
exemplo:
tempo → segundos, minutos,
horas, dias, etc.
volume → litros, metros cúbicos,
mililitros, etc.
massa → gramas, toneladas,
quilogramas, etc.
A medida de uma
grandeza é feita por comparação com uma grandeza padrão convenientemente
escolhida. Desta forma, a medida de massa de um corpo é feita comparando-se
a massa de um determinado corpo com a massa de um padrão adequadamente
escolhido.
Quando se diz que uma determinada pessoa possui
uma massa de 65 kg, podemos interpretar este resultado como da seguinte
maneira: a pessoa possui uma massa 65 vezes maior do que o padrão
utilizado para medir a sua massa, ou seja, 1 kg.
Dependendo da quantidade de matéria utilizamos
uma determinada grandeza para medir a sua massa.
Por exemplo:
| Matéria | Grandeza utilizada para medir a massa |
| comprimido | mg |
| pessoa | Kg |
| automóvel | ton |
UNIDADE DE MASSA ATÔMICA (U)
Átomos individuais são muito pequenos para serem
vistos e muito menos pesados. Porém, é possível determinar as massas
relativas de átomos diferentes, quer dizer,
podemos determinar a massa de um átomo comparando com um átomo de outro
elemento utilizado como padrão.
Em 1961, na Conferência da União Internacional de
Química Pura e Aplicada (IUPAC), adotou-se como padrão de massas atômicas o
isótopo 12 do elemento carbono (12C), ao qual se convencionou
atribuir o valor exato de 12 unidades de massa atômica.
Uma unidade de massa atômica (1 u) corresponde
desta forma a
de massa de um átomo de isótopo 12 do carbono.
Portanto:
Obs.: O valor de 1 u é de 1,66 · 10–24
g, o que corresponde aproximada-mente à massa de um próton ou de um nêutron.
Massa Atômica (MA)
Massa atômica é o número que indica quantas vezes
a massa de um átomo de um determinado elemento é maior que 1u, ou seja,
do átomo de 12C.
Comparando-se a massa de um átomo de um
determinado elemento com a unidade de massa atômica (1u), obtém-se a massa
desse átomo.
Exemplo
Quando dizemos que a massa atômica do átomo de
32S é igual a 32 u, concluímos que:
– a massa atômica de um átomo de 32S é
igual a 32 u;
– a massa atômica de um átomo de 32S é
igual a 32 vezes a massa de
do átomo de C-12;
– a massa de um átomo de 32S é igual a
2,7 vezes a massa de um átomo de C-12.
Observação
O aparelho utilizado na determinação da massa
atômica chama-se espectrômetro de massa. A medida é feita com grande
precisão e o processo de determinação da massa do átomo é comparativo com o
padrão, ou seja, o átomo de carbono-12.

A maioria dos elementos apresenta isótopos. O
cloro, por exemplo, é constituído por uma mistura de 2 isótopos de massas
atômicas, respectivamente, 35 e 37.

A massa atômica do cloro é dada pela média
ponderada das massas isotópicas:

Sendo assim, a massa atômica de um elemento
hipotético A, constituído dos isótopos naturais A1, A2,
...., An, pode ser calculada por:
Exemplo
Quando dizemos que a massa atômica do elemento
cloro é 35,5 u, concluímos que:
– cada átomo do elemento cloro possui massa, em
média, de 35,5 u;
– cada átomo do elemento cloro possui massa, em
média, 35,5 vezes maior que
da massa do C-12.
Massa Molecular (MM)
Os átomos reúnem-se para formar moléculas. A
massa dessas moléculas é a soma das massas atômicas dos átomos
constituintes.
Como as moléculas são formadas por um grupo de
átomos ligados entre si, o padrão usado como base para relacionar as massas
dessas moléculas é o mesmo usado para os átomos: a unidade de massa atômica
(u).
Exemplo:
C6H12O6
(C=12, H=1, O=16)
MM = 6 . 12 + 12 . 1 + 6 . 16
MM = 72 + 12 + 96
MM = 180 u
Significado:
Cada molécula de C6H12O6
possui massa de 180 u, ou seja, 180 vezes maior que 1/12 do carbono-12.
Portanto:


Vejamos outro exemplo:
Quando dizemos que a massa molecular da água H2O
é 18 u, concluímos que:
• a massa de uma molécula H2O é igual
a 18 u;
a massa de uma molécula H2O é 18 vezes
mais pesada que
do átomo de carbono-12;
• a massa de uma molécula de água é 1,5 vezes
mais pesada que um átomo de C-12.

Sejam as seguintes amostras: 12 g de carbono, 27
g de alumínio e 40 g de cálcio. Experimentalmente verifica-se que o número
de átomos N, existentes em cada uma das amostras, é o mesmo, embora elas
possuam massas diferentes. Porém, quantos átomos existem em cada uma dessas
amostras? Várias experiências foram realizadas para determinar esse número
conhecido como número de Avogadro (N) e o valor encontrado é igual a:
Assim, o número de Avogadro é o número de átomos
em x gramas de qualquer elemento, sendo x a massa atômica do
elemento, portanto existem:
• 6,02 · 1023 átomos de C em 12 g de C
(MAC = 12 u);
• 6,02 · 1023 átomos de Al em 27 g de
Al (MAAl = 27 u);
• 6,02 · 1023 átomos de Ca em 40 g de
Ca (MACa = 40 u).
Saiba mais sobre.....
Como foi determinado o Número de
Avogadro
Rutherford determinou o número de Avogadro
contando as partículas α (alfa) emitidas
pelo rádio. Cada partícula α se
transforma em um átomo de hélio e elas são emitidas com tanta energia que
cada uma produz um sinal visível, numa placa de sulfeto de zinco (ZnS). Isso
permite contá-las e, portanto, saber quantos átomos de hélio a amostra de
rádio produz em um determinado intervalo de tempo.
Rutherford encontrou que 1 g de rádio produz
cerca de 7,7 · 10–6 g de hélio em um ano e calculou que, nesse
tempo, 1 g de rádio emitiria 11,6 · 1017 partículas
α (e, portanto, 11,6 · 1017
átomos de hélio).
Sendo assim ficamos com:
7,7 . 10-6 g de He →
11,6 . 1017 átomos de He
4 g (He)
→
N
Onde:
N = 6,02 . 1023 átomos
Conceito de Mol
Segundo a União Internacional da Química Pura e
Aplicada (IUPAC), mol é a quantidade de matéria que contém tantas
entidades elementares quantos são os átomos de carbono-12 contidos em 0,012
kg do C-12.
Constante de Avogadro é o número de átomos de
C-12 contidos em 0,012 kg de C-12 e seu valor é
6,02 · 1023mol -1.
Portanto:6,02 · 1023mol -1.

• 1 mol de laranjas contém → 6,02 · 1023 laranjas;
• 1 mol de grãos de areia contém → 6,02 · 1023 grãos de areia;
• 1 mol de átomos contém → 6,02 · 1023 átomos;
• 1 mol de moléculas contém → 6,02 · 1023 moléculas;
• 1 mol de íons contém → 6,02 · 1023 íons;
• 1 mol de elétrons contém → 6,02 · 1023 elétrons, etc.
Massa Molar (M)
Massa Molar de um Elemento
A massa molar de um elemento é a massa em gramas de 1 mol de átomos, ou seja, 6,02 · 1023 átomos desse elemento. A massa molar de um elemento é numericamente igual à sua massa atômica expressa em gramas.
Exemplo:
Al (MA = 27 u)

Massa Molar de uma Substância
A massa molar de uma substância é a massa em
gramas de 1 mol de moléculas da referida substância. A massa molar de uma
substância é numericamente igual à sua massa molecular expressa em gramas.
Exemplosa) CO2 (C = 12 u ; O = 16 u)
MM = 1 · 12 + 2 · 16
MM = 12 + 32 = 44 u
Logo, ficamos com:

MM = 1 · 23 + 1 · 35,5
MM = 23 + 35,5 = 58,5 u
Logo, ficamos com:

A massa molar de um íon é a massa de 1 mol de íons em gramas que é numericamente igual à massa de íon expressa em gramas.
Exemplo:
Logo, ficamos com:

Exemplo 1
Quantos mols de átomos correspondem a 280 g de ferro? (Fe = 56 u)
Resolução:

Resolução:

• n = quantidade em mols
• m = massa em gramas
• massa molar em gramas/mol
Fonte: http://www.profpc.com.br/grandezas_qu%C3%ADmicas.htm
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1 de abr. de 2013
Classificação de Substâncias Puras
A matéria, quando constituída por um conjunto de átomos ou de moléculas quimicamente iguais, recebe o nome de substância pura ou de espécie química.
Por que podemos definir como quimicamente iguais? Porque fisicamente os
átomos do mesmo elemento podem ser diferentes; poderemos ter isótopos.
Desse modo, por exemplo, o hidrogênio, o ferro e a água são
substâncias puras. Logo: substância pura é a espécie de matéria
constituída por átomos ou moléculas quimicamente iguais, de modo a
apresentarem características bem definidas.
Assim, se numa porção de matéria existirem átomos ou moléculas
quimicamente diferentes não teremos uma substância pura, teremos então
uma mistura.
Tanto as substâncias puras como as misturas podem receber diversas
classificações, conforme determinadas características comportamentais ou
sua natureza.
As misturas poderão ser classificadas conforme o seu aspecto,
homogêneo ou heterogêneo, e este segundo aspecto conforme ao seu número
de fases (bifásica, trifásica ou polifásica). Ou segundo o seu
comportamento sob aquecimento, eutética ou azeotrópica.
As substâncias puras requerem um menor número de classificações, pois
apresentam menor complexidade em relação às misturas. Por exemplo,
podem ser abordadas como simples ou compostas. Assim:
● Substância pura simples: é toda substância formada por átomos de um único elemento químico.
Exemplos: cobre (Cu), formado unicamente por átomos de cobre. Hidrogênio (H2), formado unicamente por átomos do elemento hidrogênio. Ozônio (O3), formado unicamente por átomos do elemento oxigênio.
● Substância pura composta: é toda substância formada por átomos de dois ou mais elementos químicos.
Exemplos: água (H2O), formada por átomos de dois elementos: hidrogênio e oxigênio. Gás carbônico (CO2), formado por átomos de dois elementos: carbono e oxigênio. Carbonato de cálcio (CaCO3), formado por átomos de três elementos: cálcio, carbono e oxigênio.
Dessa forma, a tabela abaixo traz algumas substâncias puras
encontradas em nosso cotidiano, juntamente com a sua fórmula molecular e
com a sua classificação.
| SUBSTÂNCIA SIMPLES | FÓRMULA MOLECULAR | CLASSIFICAÇÃO |
| cloro | Cl2 | simples |
| gás carbônico | CO2 | composta |
| ácido nítrico | HNO3 | composta |
| enxofre | S8 | simples |
| sacarose | C12H22O11 | composta |
| cobre | Cu | simples |
| ácido sulfúrico | H2SO4 | composta |
| glicose | C6H12O6 | composta |
| nitrogênio | N2 | simples |
| hélio | He | simples |
| ferro | Fe | simples |
| bicarbonato de sódio | NaHCO3 | composta |
As substâncias simples pertencerão, predominantemente, aos estados
físicos sólido (no caso dos metais, por exemplo) e gasoso (no caso o
gás oxigênio, por exemplo). As duas únicas substâncias puras simples
líquidas são o mercúrio e o bromo. O primeiro é conhecido por ser o
único metal líquido, o segundo apresenta-se como um líquido extremamente
volátil de coloração avermelhada.
29 de mar. de 2013
Nomenclatura dos Sais
Sal é toda substância que, em solução aquosa, sofre dissociação,
liberando pelo menos um cátion diferente de H+ e um ânion diferente de
OH-. Existem certos tipos de sal que contém oxigênio na sua fórmula,
porém, outros não o possuem. O sal que tem oxigênio é denominado de sal
oxigenado.
Exemplos:
AgNO3 (nitrato de prata)
CuSO4 (sulfato de cobre)
CaCO3 (carbonato de cálcio)
O sal que não tem oxigênio em sua fórmula chama-se sal não-oxigenado.
Exemplos:
KCl (cloreto de potássio)
NaCl (cloreto de sódio)
CaCl2 (cloreto de cálcio)
Nomenclatura dos sais:
Os nomes dos sais são formados pela mudança de sufixos que provém do ácido que originou o ânion participante do sal. Veja:
Sufixo do ácido Sufixo do ânion
-idrico -eto
-ico -ato
-oso -ito
Nome do sal → ..................... de .......................
nome do ânion nome do cátion
Demostração:
KCl: este sal é derivado do ácido clorídrico, de acordo com a tabela acima o sufixo do ácido é –idrico, portanto o sufixo do ânion será –eto.
Ânion (Cl-) + Cátion (K+)
Nomenclatura: Cloreto de potássio
Veja alguns exemplos:
CaSO4
Ânion (SO42- ) + Cátion (Ca2+)
Nomenclatura: Sulfato de cálcio
Mg(NO3)2
Ânion (NO3-) + Cátion (Mg2+)
Nomenclatura: Nitrato de magnésio
Al2 (SO4)3
Ânion (3 SO42-) + Cátion (2 Al3+)
Nomenclatura: Sulfato de Alumínio
AgNO3
Ânion (NO3-) + Cátion (Ag+)
Nomenclatura: Nitrato de prata
FeSO4
Ânion (SO42-) ) + Cátion (Fe2+)
Nomenclatura: Sulfato ferroso ou Sulfato de ferro (II)
Muitos sais são obtidos a partir da reação de uma base com um ácido, um exemplo é a produção artificial em laboratório do sal de cozinha (NaCl): obtenção a partir da mistura de duas soluções, solução de hidróxido de sódio (NaOH) e de ácido clorídrico (HCl). Esse mesmo sal é encontrado de forma natural nas salinas e jazidas de sal-gema.
Exemplos:
AgNO3 (nitrato de prata)
CuSO4 (sulfato de cobre)
CaCO3 (carbonato de cálcio)
O sal que não tem oxigênio em sua fórmula chama-se sal não-oxigenado.
Exemplos:
KCl (cloreto de potássio)
NaCl (cloreto de sódio)
CaCl2 (cloreto de cálcio)
Nomenclatura dos sais:
Os nomes dos sais são formados pela mudança de sufixos que provém do ácido que originou o ânion participante do sal. Veja:
Sufixo do ácido Sufixo do ânion
-idrico -eto
-ico -ato
-oso -ito
Nome do sal → ..................... de .......................
nome do ânion nome do cátion
Demostração:
KCl: este sal é derivado do ácido clorídrico, de acordo com a tabela acima o sufixo do ácido é –idrico, portanto o sufixo do ânion será –eto.
Ânion (Cl-) + Cátion (K+)
Nomenclatura: Cloreto de potássio
Veja alguns exemplos:
CaSO4
Ânion (SO42- ) + Cátion (Ca2+)
Nomenclatura: Sulfato de cálcio
Mg(NO3)2
Ânion (NO3-) + Cátion (Mg2+)
Nomenclatura: Nitrato de magnésio
Al2 (SO4)3
Ânion (3 SO42-) + Cátion (2 Al3+)
Nomenclatura: Sulfato de Alumínio
AgNO3
Ânion (NO3-) + Cátion (Ag+)
Nomenclatura: Nitrato de prata
FeSO4
Ânion (SO42-) ) + Cátion (Fe2+)
Nomenclatura: Sulfato ferroso ou Sulfato de ferro (II)
Muitos sais são obtidos a partir da reação de uma base com um ácido, um exemplo é a produção artificial em laboratório do sal de cozinha (NaCl): obtenção a partir da mistura de duas soluções, solução de hidróxido de sódio (NaOH) e de ácido clorídrico (HCl). Esse mesmo sal é encontrado de forma natural nas salinas e jazidas de sal-gema.
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28 de mar. de 2013
Classificações, Estruturação e Localização dos Elementos na Tabela Periódica
A Tabela Periódica
traz uma ordem crescente dos elementos químicos em função do seu número
atômico (somatório dos prótons existente no núcleo do átomo), proposta
por Henry Moseley em 1913.
CLASSIFICAÇÕES PRINCIPAIS
1°) Elementos naturais e artificiais:
Os elementos naturais são aqueles que se encontram constituindo a matéria do nosso mundo
físico. Entre eles, talvez dois não mereçam tal classificação, pois até
hoje não foram isolados em quantidades visíveis, que são o frâncio e o astato.
Os elementos artificiais são aqueles fabricados em laboratórios de pesquisa nuclear. São classificados em cisurânicos (encontram-se antes do urânio) e transurânicos (encontram-se depois do urânio). O urânio possui número atômico 92.
2°) Metais, não-metais, semi-metais e gases nobres:
a) Metais: Constituem 76% dos elementos da TP, são bons condutores de calor e eletricidade, dúcteis e maleáveis, e sólidos em condições ambientes, com exceção do mercúrio (Hg, Z=80), que é líquido.
b) Não-metais: Constituem 11% dos elementos da TP, mas são os
mais abundantes na Natureza. São maus condutores de calor e
eletricidade, não são dúcteis nem maleáveis. Sólidos: C, P, S, Se, I;
líquido: Br; gasosos: H, N, O, F e Cl.
c) Semi-metais:
Constituem cerca de 7% dos elementos da TP, apresentam propriedades
intermediárias entre os metais e os não-metais. São todos sólidos em
condições ambientes.
d) Gases-nobres:
Constituem cerca de 6% dos elementos da TP. São elementos quimicamente
inertes, não participam de ligações químicas. São encontrados na
Natureza de forma isolada.
• A TABELA PERIÓDICA ESTÁ DIVIDIDA EM 18 COLUNAS E 7 LINHAS:
COLUNAS: As colunas recebem o nome de grupos ou famílias, e dividem-se em A e B. Os elementos localizados nas famílias A são chamados de elementos representativos.
|
FAMÍLIA
|
NOME
|
ELEMENTOS
|
| 1A | Metais alcalinos | Li, Na, K, Rb, Cs, Fr |
| 2A | Metais alcalinos terrosos | Be, Ca, Mg, Sr, Ba, Ra |
| 3A | Família do boro | B, Al, Ga, In, Tl |
| 4A | Família do carbono | C, Si, Ge, Sn, Pb |
| 5A | Família do nitrogênio | N, P, As, Sb, Bi |
| 6A | Calcogênios | O, S, Se, Te, Po |
| 7A | Halogênios | F, Cl, Br, I, At |
| 8A ou 0 | Gases nobres | He, Ne, Ar, Kr, Xe, Rn |
LINHAS: As linhas recebem o nome de Períodos ou Níveis, e são em número de 7.
|
PERÍODO
|
ESPECIFICAÇÕES
|
| 1° | Curtíssimo (2 elementos) |
| 2° | Curtos (8 elementos cada) |
| 3° | |
| 4° | Longos (18 elementos cada) |
| 5° | |
| 6° | Muito longo (32 elementos) |
| 7° | Incompleto (19 elementos atualmente) |
• LOCALIZAÇÃO DOS ELEMENTOS NA TABELA PERIÓDICA:
|
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA × FAMÍLIAS
|
|
|
Famílias A
|
Famílias B
|
| …ns1 → 1A
…ns2 → 2A …ns2 np1 → 3A …ns2 np2 → 4A …ns2 np3 → 5A …ns2 np4 → 6A …ns2 np5 → 7A …ns2 np6 → 8A ou 0 |
…ns2 nd1 → 3B
…ns2 nd2 → 4B …ns2 nd3 → 5B …ns2 nd4 → 6B …ns2 nd5 → 7B …ns2 nd6 → 8B …ns2 nd7 → 8B …ns2 nd8 → 8B …ns2 nd9 → 1B …ns2 nd10 → 2B |
|
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA × PERÍODOS
|
| …nxy → n = período
Ex: …5s2 → 5° período …6p4 → 6° período |
| OBS: o período será o primeiro número quântico. |
27 de mar. de 2013
Anel Aromático
O anel aromático é caracterizado pela existência de seis átomos de carbono e seis átomos de hidrogênio ligados em uma disposição espacial de ligações simples e duplas que se alterna, o principal representante desta classe é o benzeno.

São necessárias três características para se caracterizar um anel aromático, sendo:
- Estrutura planar (hibridização sp2)
- Duplas ligações alternadas.
- Obedece a regra de Huckel: 4n + 2 elétrons PI, onde n deve ser sempre um número inteiro.
- Duplas ligações alternadas.
- Obedece a regra de Huckel: 4n + 2 elétrons PI, onde n deve ser sempre um número inteiro.
As cadeias carbônicas formados por anéis aromáticos podem ser
subdivididas em duas subclasses, sendo mononucleares e polinucleares.
Cadeias carbônicas que possuem apenas um anel aromático é designado
por monucleares, já as cadeias carbônicas que possuem mais de uma anel
aromático são designadas polinucleares e ão subdividas em duas
subclasses, sendo núcleos isolados e núcleos condensados.
Núcleos isolados se caracterizam por cadeia carbônicas que contém
anéis armáticos separados distintamentes. Enquanto que cadeias
carbônicas condensadas ao anel aromático são chamados de núcleos
condensados.
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26 de mar. de 2013
Fórmula Molecular
Fórmula Molecular é a
combinação de símbolos químicos e índices que expressam os números reais
dos átomos de cada elemento presente em uma molécula.
Para a determinação da fórmula molecular é necessário primeiro obter a fórmula empírica,
que é a fórmula que mostra os números relativos de átomos de cada
elemento em um composto. Ela expressa a proporção dos átomos; por
exemplo, na glicose a proporção é de um átomo de carbono, para dois de
hidrogênio, para um de oxigênio, ou seja, CH2O (1:2:1). O
passo seguinte é calcular a massa dessa fórmula empírica. Sabendo que as
massas atômicas desses elementos são iguais a: C = 12, H = 1 e O=16.
A partir da fórmula empírica (CH2O), calculamos a massa dessa fórmula multiplicando as massas atômicas pelas suas respectivas massas:
C = 12. 1= 12
H = 1.2 = 2 O =16. 1 = 16__________
Massa de CH2O = 30
H = 1.2 = 2 O =16. 1 = 16__________
Massa de CH2O = 30
Mas a fórmula empírica não indica por si só qual será a fórmula
molecular, afinal de contas essa proporção de 1:2:1 se dá em todos os
casos a seguir: CH2O (conservante em solução de formalina), C2H4O2 (ácido acético do vinagre), C 3H6O3 (ácido láctico), entre outros.
Assim, outro dado importante que precisamos saber é a massa molar desse composto, que normalmente é determinada por um espectrômetro de massas.

Aparelho espectrômetro de massas utilizado para medir a massa molar das substâncias.
No caso da glicose, sua massa molar é de 180 g/mol. Depois, podemos
calcular quantas vezes a massa da fórmula empírica “cabe” na massa
molecular da substância:
180/30 = 6
Multiplicando as proporções em que cada elemento aparece na molécula por 6, temos a proporção de cada um na fórmula molecular:
C = 1. 6= 6
H = 2.6=12
O=1. 6= 6
H = 2.6=12
O=1. 6= 6
Com a proporção definida (6:12:6), temos a fórmula molecular da glicose: C6H12O6
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24 de mar. de 2013
Alotropia do Oxigênio
Alotropia se define como a propriedade dos elementos químicos de formar
substâncias simples diferentes. Para entender melhor, uma pequena
revisão: Quando a substância é formada apenas por um tipo de elemento é
chamada de substância simples. Mas pode um mesmo elemento formar
substâncias diferentes? Vejamos como o Oxigênio obedece a este
princípio:

Esta é uma molécula de oxigênio que para formar a molécula de ozônio seria necessário apenas acrescentar um átomo de oxigênio. Dizemos então, que o Oxigênio possui duas formas alotrópicas: O2 (oxigênio) e O3 (ozônio). Alótropos, por sua vez, se definem como substâncias diferentes formadas pelo mesmo elemento.

Saiba agora sobre as duas moléculas do elemento oxigênio e veja como apenas um átomo a mais faz uma enorme diferença entre os dois compostos: As duas formas estão no estado gasoso e constituem gases presentes na atmosfera terrestre. Enquanto o oxigênio é um gás incolor e inodoro, o ozônio possui coloração azul e um cheiro desagradável. Ambos possuem funções específicas, veja quais:
- o gás oxigênio é fundamental para todo ser aeróbico, ou seja, todos aqueles que respiram, sem ele nossos pulmões param de funcionar e, então, morremos.
- o gás ozônio é responsável por formar uma camada protetora na Terra, mais conhecida como “camada de ozônio”. Esta última não permite que a radiação Ultravioleta proveniente do sol e nociva ao homem chegue até a superfície Terrestre.
Agora você já sabe, apesar de possuírem as fórmulas parecidas, o gás ozônio e o oxigênio constituem substâncias completamente diferentes, tudo graças a Alotropia por atomicidade, ou seja, ao número de oxigênios de cada espécie.
Esta é uma molécula de oxigênio que para formar a molécula de ozônio seria necessário apenas acrescentar um átomo de oxigênio. Dizemos então, que o Oxigênio possui duas formas alotrópicas: O2 (oxigênio) e O3 (ozônio). Alótropos, por sua vez, se definem como substâncias diferentes formadas pelo mesmo elemento.

Saiba agora sobre as duas moléculas do elemento oxigênio e veja como apenas um átomo a mais faz uma enorme diferença entre os dois compostos: As duas formas estão no estado gasoso e constituem gases presentes na atmosfera terrestre. Enquanto o oxigênio é um gás incolor e inodoro, o ozônio possui coloração azul e um cheiro desagradável. Ambos possuem funções específicas, veja quais:
- o gás oxigênio é fundamental para todo ser aeróbico, ou seja, todos aqueles que respiram, sem ele nossos pulmões param de funcionar e, então, morremos.
- o gás ozônio é responsável por formar uma camada protetora na Terra, mais conhecida como “camada de ozônio”. Esta última não permite que a radiação Ultravioleta proveniente do sol e nociva ao homem chegue até a superfície Terrestre.
Agora você já sabe, apesar de possuírem as fórmulas parecidas, o gás ozônio e o oxigênio constituem substâncias completamente diferentes, tudo graças a Alotropia por atomicidade, ou seja, ao número de oxigênios de cada espécie.
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20 de mar. de 2013
Estequiometria
Está consolidado o conceito de que a Química estuda, principalmente,
as reações que ocorrem ao se misturar duas ou mais substâncias
(reagentes) para produzir outras substâncias, chamados de produtos. Mas
quanto de cada reagente deve ser usado para se obter a quantidade de
produto desejado? Este é justamente o objeto de estudo da
estequiometria.
1. Determinação de fórmulas pela relação de massa
1. Determinação de fórmulas pela relação de massa
Unidade de massa atômica (u) 
Os valores das massas atômicas utilizados são comumente arredondados.
Por exemplo:
Obs.:
A massa atômica de um elemento é a média ponderada da massa de seus
isótopos. Essa média ponderada leva em conta a quantidade de cada
isótopo encontrado na natureza.
Constante de AvogadroÉ uma constante da natureza que corresponde numericamente ao número de átomos da massa atômica de uma substância.
N = 6,022 . 10²³
Mol: é a massa molecular de uma substância.
Por exemplo:
Massa atômica do hidrogênio: 1 u
Massa atômica do oxigênio: 16 u

Por exemplo:
Massa atômica do hidrogênio: 1 u
Massa atômica do oxigênio: 16 u
2. Cálculos estequiométricos
- Lei de Lavoisier: indica que numa reação química em um sistema fechado, a soma das massas dos reagentes é igual à soma das massas dos produtos. ("Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma").
- Lei de Proust: indica que uma mesma substância apresenta sempre a mesma proporção dos elementos que a compõem.
- Lei de Gay-Lussac: indica que, nas mesmas condições de temperatura e pressão, os volumes dos gases participantes de uma reação química mantêm entre si uma relação de números inteiros e pequenos.
Obs.: Em CNTP (condições normais de temperatura e pressão - 273K e 1 atm) um mol de gás ocupa 22,4 L.
As reações químicas devem obedecer a essas leis. Por exemplo, para a obtenção de água deve-se reagir hidrogênio e oxigênio:
Esta é uma equação desbalanceada, pois, a quantidade de átomos de
oxigênio do lado esquerdo (reagente 2) é diferente da quantidade de
átomos de oxigênio do lado direito (produto 1)
- Lei de Lavoisier: indica que numa reação química em um sistema fechado, a soma das massas dos reagentes é igual à soma das massas dos produtos. ("Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma").
- Lei de Proust: indica que uma mesma substância apresenta sempre a mesma proporção dos elementos que a compõem.
- Lei de Gay-Lussac: indica que, nas mesmas condições de temperatura e pressão, os volumes dos gases participantes de uma reação química mantêm entre si uma relação de números inteiros e pequenos.
Obs.: Em CNTP (condições normais de temperatura e pressão - 273K e 1 atm) um mol de gás ocupa 22,4 L.
As reações químicas devem obedecer a essas leis. Por exemplo, para a obtenção de água deve-se reagir hidrogênio e oxigênio:
Balanceando a equação:
Outro exemplo de equação já balanceada:
Essa proporcionalidade também se estende para as massas moleculares (mols) e para as massas dos reagentes:
2 . 30 + 7 . 32 = 4 . 44 + 6 . 18
60 + 224 = 176 + 108 (I)
284 = 284 → equação equilibrada
Havendo
excesso de reagente, haverá sobra deste. Por exemplo, se na reação (I)
fossem colocados 100g de etano para reagir com 224g de oxigênio
restariam 40g de etano após o término da reação.
Neste caso os 224g de oxigênio seriam a massa de reagente limitante.
Neste caso os 224g de oxigênio seriam a massa de reagente limitante.
17 de mar. de 2013
Bases de Arrhenius
De acordo com a teoria de Arrhenius, base é toda a substância que aumenta a concentração de íons hidroxila (OH-)
pela sua dissociação em meio aquoso. Assim, aumenta o pH do meio e
diminui, por consequência, o pOH. De um modo geral, possuem sabor adstringente, além de reagirem com ácidos de Arrhenius formando algum sal e água.
Classificação
As bases de Arrhenius seguem determinadas classificações que, em tese, dependem do número de hidroxilas ligadas ao átomo central.Quanto ao número de OH- da molécula:
- Monobases: KOH, NaOH, LiOH;
- Dibases: Mg(OH)2, Ca(OH)2, Ba(OH)2;
- Tribases: Al(OH)3, Fe(OH)3;
- Tetrabases: Sn(OH)4, Pb(OH)4;
- Fortes: Todos os hidróxidos de metais das famílias 1A e 2A. A exceção dos hidróxidos de berílio e de magnésio;
- Fracas: Os demais hidróxidos metálicos e de amônio (NH4OH);
- Solúveis: Todos os hidróxidos da família 1A e o hidróxido de amônio;
- Pouco solúveis: Hidróxidos da família 2A, em geral;
- Insolúveis: As demais bases. Sendo que, uma ínfima parcela sempre se dissolve, mas é desconsiderada em relação ao total.
Reações de Neutralização
A partir da definição de Arrhenius para um ácido e para uma base, a reação entre esses dois compostos, em solução aquosa, liberará algum sal (com pelo menos um cátion diferente de H+ e um ânion diferente de OH-) e moléculas de água líquida.Uma reação de neutralização pode ser esquematizada da seguinte maneira:
HA(aq) + BOH(aq) -> AB(aq) + HOH(l)
Vale lembrar que esta reação genérica é de uma neutralização total. Ou seja, o sal gerado é neutro (não possui OH- ou H+
em sua molécula-íon). Para o caso de um sal ácido ou básico gerado,
seguem as seguintes reações como exemplo (para efeito de análise,
deve-se considerar que as espécies químicas das reações são 100% dissociáveis):a) Sal ácido (Hidrogenossal):
H2SO4 + NaOH -> NaHSO4 + H2O
H2CO3 + NaOH -> NaHCO3 + H2O
b) Sal básico (Hidroxissal):
HCl + Mg(OH)2 -> Mg(OH)Cl + H2O
Fe(OH)3 + H2SO4 -> Fe(OH)SO4 + H2O
Constante de Dissociação de uma Base
A constante de dissociação de uma base (Kb) é maior tanto quanto é a força desta. Assim, em bases fracas, Kb é um número pequeno.O valor de Kb pode ser calculado da seguinte maneira (para uma base BOH genérica):
Onde, [B+] = concentração do cátion liberado pela base, [OH-] = concentração íons OH- liberados, [BOH] = concentração da base não dissociada.
Portanto, para bases fortes (cuja concentração base não dissociada é quase zero) os valores dessa constante tendem a números muito grandes e são, portanto, considerados indetermináveis.
Fonte: http://www.infoescola.com/quimica/bases-de-arrhenius/
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