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25 de set. de 2013

Pilhas e Baterias

 
O processo químico de troca de elétrons, conhecido como oxirredução, é responsável pelo funcionamento e propriedades das pilhas e baterias de nosso cotidiano. “No dia-a-dia usamos os termos pilha e bateria indistintamente. Pilha é um dispositivo constituído unicamente de dois eletrodos e um eletrólito, arranjados de maneira a produzir energia elétrica. Bateria é um conjunto de pilhas agrupadas em série ou paralelo, dependendo da exigência por maior potencial ou corrente.
Desse modo, o processo eletrolítico envolvido em uma pilha ou em uma bateria é o mesmo, e trata de uma troca de elétrons entre duas espécies, um agente oxidante e um agente redutor. Por exemplo, no caso da pilha alcalina tem-se uma barra de manganês metálico eletroliticamente puro, imerso numa pasta de hidróxido de zinco. Dela são conhecidos os respectivos potenciais-padrão de redução, conforme as equações abaixo:
Mn2+  +  2e → Mn0     E0 = -1,18V
Zn2+  +  2e  → Zn0      E0 = -0,76V
Inicialmente, ambas as equações apresentam uma redução (recebimento de elétrons). Para se chegar ao potencial gerado pela pilha, deve-se inverter a equação de menor valor, independentemente de sua natureza, invertendo-se assim o sinal matemático da mesma, de modo a chegar-se a:
Mn0 →    Mn2+  +  2e E0 = +1,18V
Zn2+  +  2e  → Zn0      E0 = -0,76V
Ao se somar os potenciais de oxidação (primeira equação) e de redução (segunda equação), chega-se o potencial gerado pela pilha na associação dos dois metais. No caso, a pilha possui um potencial de +0,42 volts. Ao se associar, em série ou paralelo, conjuntos individuais dessa duplas de metais, aumentando o potencial referido potencial individualmente, formamos uma bateria.
A função primária de uma pilha é converter energia química em energia elétrica, por meio de uma reação espontânea de troca de elétrons entre duas espécies (eletrodos), geralmente metálicas. Forma-se um eletrodo no momento em que se tem um fragmento metálico imerso em uma solução de seus íons. No caso, pode-se denominar esse dispositivo de pilha galvânica, pilha elétrica ou ainda simplesmente pilha.
Particularmente em relação às baterias, percebe-se atualmente uma maior preocupação ambiental com o seu descarte, ainda problemático e altamente agressivo ao meio ambiente. Por exemplo, “baterias de hidreto metálico/óxido de níquel e as de íons lítio representam um risco ambiental muito menor do que as de níquel/cádmio. Apesar disso, das 5 milhões de baterias de telefones celulares existentes no Brasil em 1999, 80% ainda eram de níquel/cádmio; apenas 18% eram de hidreto metálico/óxido de níquel e 2% de íons lítio.”. Atualmente, as pilhas e baterias de íons de lítio dominam o mercado.

7 de mar. de 2013

Por Que Nosso Mundo É Colorido?

A luz é  produzida quando elétrons vibram, indo e voltando rapidamente entre vários  níveis de energia que existem na eletrosfera de um átomo. Para cada salto, é  emitido um fóton, que é uma luz monocromática, de comprimento de onda (cor) bem  definido.
Deste fato  resultam os espectros de emissão, formados por raias ou bandas coloridas, que  servem inclusive, para identificar o átomo emissor da luz. Em temperaturas  elevadas átomos com muitos elétrons emitem tantas raias que o espectro se torna  contínuo e a presença simultânea de todas as cores se traduz na cor branca.
Um objeto é  branco quando reflete todas as cores.
Um objeto é  preto quando absorve todas as cores.
Um objeto é  vermelho quando reflete a cor vermelha e absorve as demais cores.

17 de fev. de 2013

Pósitrons

Pósitrons são elétrons com carga positiva.
Algo diferente nessa definição? É claro que sim, elétrons normalmente têm carga negativa. Mas então, como se explica existência de tais partículas?
Formação de pósitrons
Um elétron é carregado positivamente quando um próton presente no núcleo decai dentro de um nêutron. Portanto, um pósitron é emitido do núcleo quando uma partícula positiva (próton) se choca contra uma neutra (nêutron).
O isótopo de potássio K-40 é considerado um emissor de pósitrons.
Produtos da reação: isótopo do elemento Argônio (Ar-40) e pósitron 0℮+1 (elétron com carga positiva).
O melhor termo para definir um pósitron seria “antimatéria? Se um pósitron colidir com um elétron, as duas partículas serão destruídas e ocorrerá uma liberação de energia, ou seja, será como se nunca tivessem existido.
Aplicação dos pósitrons
A medicina está se apoiando em aparelhos que utilizam tais partículas para novas descobertas científicas.
                                
A tomografia por emissão de pósitrons (PET) e a ressonância magnética funcional (FMRI) permitem observar, em detalhes e em tempo real, o funcionamento do cérebro humano. Essa tecnologia permite perceber, por exemplo, a influência das emoções sobre o processo de adoecer.

2 de fev. de 2013

As 13 Grandes Descobertas da Química #9

 
9. Elétrons para Obrigações de Química (1913 em diante)
Niels Bohr publica o seu modelo de estrutura atômica em que os elétrons viajam em órbitas específicas ao redor do núcleo, e as propriedades químicas de um elemento são em grande parte determinado pelo número de elétrons em órbitas seus átomos 'exterior. Isto abre caminho para uma compreensão de como os elétrons estão envolvidos na ligação química.

29 de jan. de 2013

As 13 Grandes Descobertas da Química #8

 
 8. O Elétron (1897) JJ Thomson descobre que as partículas carregadas negativamente emitida por tubos de raios catódicos são menores do que átomos e parte de todos os átomos. Ele chama essas partículas, agora conhecido como elétrons, "corpúsculos".

28 de jan. de 2013

Gênios da Química #6 : Linus Pauling

http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2011/03/linus-carl-pauling.jpg 
O pesquisador norte americano Linus Carl Pauling  é considerado o pai da Ligação química e um dos principais químicos do século XX. Um de seus principais trabalhos envolve a Mecânica Quântica em Química, mas teve importantes contribuições nos campos da Química Inorgânica, Química Orgânica, Metalurgia, Imunologia, Anestesiologia, Psicologia e Radioatividade. Na biologia molecular, Pauling realizou descobertas relativas à determinação da estrutura de proteínas e cristais.

Quem nunca ouviu falar do diagrama de Linus Pauling certamente nunca estudou química. O diagrama, considerado complicado por alguns estudantes, foi elaborado por Pauling para auxiliar na distribuição dos elétrons pelos subníveis da eletrosfera. A aceitação e uso contínuo do diagrama por livros didáticos prova que ele é prático e permite colocar todos os subníveis de energia conhecidos em ordem crescente de energia.
              

A ordem crescente de energia dos subníveis é a ordem na sequência das diagonais.
Pauling foi digno de dois prêmios Nobel, um em 1954 por seus trabalhos relacionados à Química (natureza das ligações químicas). O outro prêmio veio em 1962, desta vez em prol da paz mundial. Pauling foi reconhecido por sua campanha contra testes nucleares, e foi o único a ser prestigiado com dois prêmios Nobel não compartilhados.

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