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25 de fev. de 2014
19 de fev. de 2014
13 de fev. de 2014
Rota De Identificação E Separação Para Os Íons De Chumbo, Prata E Mercúrio
Os metais pesados chumbo, prata e mercúrio apresentam efeito acumulativo no organismo, o que significa que a contaminação a partir dos mesmos acarreta em um acúmulo destes, de modo que o organismo não é capaz de expulsá-los naturalmente. Tais elementos encontram-se em pilhas, determinadas lâmpadas e algumas estruturas elétricas, requerendo cuidados em seu manuseio.
Este texto apresenta uma rota laboratorial para identificação e separação destes metais, a partir de seus íons em solução, de modo qualitativo (o que demonstra a não utilização de cálculos ou procedimentos quantificatórios).
O Esquema 1 estabelece uma rota esquemática capaz de separar e identificar os íons Pb2+, Ag+ e Hg2+.
Esquema 1. Rota de identificação e de separação dos íons Pb2+, Ag+ e Hg2+.
Nesse esquema, pode-se observar que inicialmente os íons metálicos estão em uma mesma solução, a qual pode ser confirmada em relação à presença de cada um deles por uma reação com uma solução de ácido clorídrico (HCl), a partir de uma precipitação como teste positivo. Dessa forma, pode-se estabelecer a presença de pelo menos um desses íons na solução original.
Ao se aquecer esta solução, pode-se separar o íon chumbo, o qual é solúvel em altas temperaturas, podendo ser identificado pela coloração amarela da solução quando em reação com o dicromato de potássio (K2CrO7).
Laboratorialmente, o descrito acima pode ser realizado por meio das seguintes etapas:
- Emprega-se 15 gotas da solução original e dilui-se com 10 mL de água;
- Adiciona-se HCl 3M até precipitação dos íons;
- Filtra-se;
- Rompe-se o papel filtro e com água transfere-se o precipitado para outro béquer;
- Ferve-se a solução por alguns minutos;
- Filtra-se imediatamente;
- Trata-se o filtrado com dicromato de potássio, onde observa-se uma coloração amarela; resultado positivo para chumbo;
- Trata-se diretamente o papel filtro com hidróxido de amônio, onde uma coloração negra mostra-se positiva na identificação do mercúrio;
- Recolhe-se o filtrado e adiciona-se algumas gotas de ácido nítrico concentrado ao mesmo, onde um precipitado branco mostra um resultado positivo para a prata, na forma de cloreto de prata.
Percebe-se, portanto, a possibilidade de separação e/ou identificação de cátions de uma amostra desconhecida (nas industrias são chamados efluentes), o que é possível utilizando-se técnicas e/ou procedimentos-padrões. Neste experimento, recebe-se uma amostra contaminada com metais pesados (Pb+2, Ag+ e Hg+2) e, por meio de reações específicas, pode-se separá-los e identificá-los.
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24 de jan. de 2014
Aplicações do Teste da Chama
O teste da chama é um procedimento corriqueiro em laboratório de química, tanto em níveis básicos como avançados. Pode ser utilizado para uma simples observação colorimétrica como para buscar-se a identificação de um cátion metálico. Consiste em se inserir uma amostra de determinado cátion metálico, geralmente em estado sólido, à base da chama, com auxílio de um fio (denominado alça de platina), observando-se assim a mudança de coloração apresentada pela chama, que será devido à influência da temperatura na estrutura atômica da amostra catiônica.
Abaixo podem ser observadas algumas colorações obtidas na chama para os cátions metálicos potássio, cobre, bário, estrôncio, cálcio e sódio.
AMOSTRA
(Íon Metálico)
|
TEORIA
|
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
|
| Potássio |
Violeta-pálido
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Lilás
|
| Cobre |
Verde azulado
|
Verde-piscina
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| Bário |
Verde-amarelado
|
Verde-amarelado
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| Estrôncio |
Vermelho-sangue
|
Vermelho-sangue
|
| Cálcio |
Vermelho-alaranjado
|
Vermelho-alaranjado
|
| Sódio |
Amarelo-alaranjado
|
Amarelo-alaranjado
|
Coloração da chama para cátions metálicos.
Algumas considerações a respeito do teste da chama:
1° Quando os fabricantes desejam produzir fogos de artifício coloridos, eles misturam à pólvora compostos de certos elementos químicos apropriados. A cor que um elemento confere aos fogos de artifício é a mesma que ele possui no teste da chama.
2° Se usássemos o sulfato de bário em vez do cloreto de bário, por exemplo, o resultado do experimento do teste da chama seria o mesmo, pois no teste da chama identificamos cátions, de modo que o ânion se torna irrelevante.
3° Quando se queima palha de aço, verifica-se a presença de fagulhas amarelo-alaranjadas e ouvem-se estalidos. O comportamento esperado na queima de um sal de ferro é, portanto, o de apresentar coloração amarela-alaranjada.
4° Os vulcões emitem predominantemente luzes amarelo-alaranjadas e vermelho-alaranjadas devido a composição das rochas fundidas, que se originam em profundidades abaixo da crosta terrestre, as quais dão origem ao magma, sendo sua composição química de ferro e níquel derretidos.
6° Sempre que não há uma boa aproximação entre os resultados obtidos nas colorações catiônicas com os teóricos, deve-se buscar uma maior pureza dos compostos em análise, estar atento para que o fio utilizado não interfira nos resultados e limpar devidamente este fio, para que uma amostra não interfira na outra. Recomenda-se ainda deixar o cátion sódio por último, pois o mesmo contamina as demais amostras.
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