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5 de out. de 2013

Consequências da Galvanoplastia para o Meio Ambiente

Alguns dos métodos mais utilizados para proteger o ferro e o aço, e assim diminuir os enormes prejuízos causados pela enferrujamento é a galvanoplastia e a galvanização.
A galvanoplastia é um processo em que a peça metálica que se quer proteger é revestida por um metal mais nobre, que funciona como um metal de sacrifício, isto é, esse metal possuirá um potencial de oxidação maior que o ferro e, dessa forma, irá oxidar em seu lugar.
Os metais de sacrifício usados podem ser o ouro, a prata, o níquel, o cobre, entre outros. Se o metal usado for o zinco, o processo denomina-se galvanização.
Esses processos podem ser bastante prejudiciais para o meio ambiente, pois além de se usar uma quantidade muito grande de água, eles geram também resíduos tóxicos.
Por exemplo, na eletrodeposição do zinco, do ouro e da prata, usa-se o cianeto, que é extremamente tóxico.
Os efluentes desse processo também geram íons metálicos tóxicos como os cátions níquel (Ni2+) e cobre (Cu2+).
Um metal pesado altamente tóxico, mesmo em pequenas quantidades, e que é encontrado nos resíduos da galvanoplastia é o cádmio. Ele é bioacumulativo, isto é, vai se acumulando progressivamente ao longo da cadeia alimentar e não é eliminado com o tempo. Ao contaminar o ser humano, o cádmio pode causar disfunção renal, problemas pulmonares, dores reumáticas e miálgicas, distúrbios metabólicos levando à osteoporose, além de ser agente cancerígeno, provocando mutações genéticas, como a mudança das funções do sistema genital.
Para diminuir os impactos ambientais dos efluentes da galvanoplastia, o cianeto é geralmente oxidado a cianato, que é menos tóxico e se hidrolisa, produzindo os íons amônio e bicarbonato, além de ser feita também a precipitação dos íons metálicos.
Esse procedimento produz um resíduo sólido numa quantidade muito alta e de descarte com custos elevados.   Por isso, na prática, a maioria das empresas estoca esse resíduo, pois há um grande déficit de aterros de classe I, que são para resíduos perigosos.

18 de jun. de 2013

Poluição Térmica

Poluição térmica é oriunda do aquecimento das águas naturais pela introdução da água quente utilizada na refrigeração de centrais elétricas, usinas nucleares, refinarias, siderúrgicas e indústrias diversas.
Sabe-se que os peixes necessitam de oxigênio (O2) dissolvido na água para sobreviverem. A quantidade de O2 é afetada pela água aquecida, uma vez que, a solubilidade de um gás em um líquido diminui à medida que a temperatura aumenta. Portanto, uma água fora dos padrões naturais de temperatura é considerada poluída, imprópria a toda espécie de vida.

Peixes mortos são frequentemente encontrados nas encostas de rios poluídos termicamente. O que fazer diante deste desastre ecológico? A solução para o problema seria mudar os procedimentos usados pela Indústria. Uma alternativa, seria armazenar a água aquecida eliminada durante o processo até que a mesma estivesse em temperaturas inferiores, para só então, lançá-la nos rios.

Outro agravante do problema é a junção da água poluída por resíduos químicos com a água quente, aí teremos tanto a poluição aquática como a térmica. Com certeza não haverá vida neste meio, e é assim que a cada dia nossos rios vêm sendo progressivamente agredidos pelo homem. 

9 de jun. de 2013

Fertilizantes

Os vegetais são caracterizados pela capacidade de produzir o seu próprio alimento, o autotrofismo. Porém, em alguns casos, eles não dispõem de bons recursos nutritivos para isso, sendo necessário, portanto, o uso de fertilizantes.
Os fertilizantes são compostos orgânicos ou inorgânicos  utilizados para repor os nutrientes essenciais ao desenvolvimento vegetal. Alguns nutrientes são necessários aos vegetais em menores quantidades e por isso são denominados micronutrientes, como é o caso do ferro, zinco, boro, manganês, cobalto, molibdênio, etc. Outros nutrientes são necessários em maiores quantidades, são os macronutrientes: nitrogênio, potássio, hidrogênio, carbono, oxigênio, cálcio, enxofre, fósforo e magnésio.
O carbono, o oxigênio e o hidrogênio estão plenamente disponíveis na natureza e podem ser absorvidos facilmente pelas vegetais, por isso, praticamente não são fornecidos por meio de fertilizantes. Já os demais macronutrientes, embora sejam abundantes no meio ambiente, têm sua assimilação dificultada e, em alguns casos, devem ser fornecidos artificialmente, como ocorre, em especial, com o nitrogênio, o fósforo e o potássio.
A grande maioria dos fertilizantes agrícolas é composta por esses três elementos combinados. O nitrogênio atua na formação das proteínas indispensáveis à formação do caule e da raiz; o fósforo acelera o crescimento e o amadurecimento dos frutos; já o potássio participa da defesa contra doenças e do desenvolvimento das sementes.
Em geral, os fertilizantes são classificados em:
  • Minerais– são aqueles constituídos apenas por nitrogênio, fósforo e potássio, de rápida absorção. Essa classe é subdividida em:
    1. Fertilizantes nitrogenados: compostos essencialmente de nitrogênio. Têm como principal matéria prima a amônia (NH3).
    2. Fertilizantes fosfatados: substâncias constituída de fósforo assimilável aos vegetais e obtidas a partir do superfosfato, fosfato oxidado, fosfatos de amônio e termofosfatos.
    3. Fertilizantes potássicos: substâncias extremamente solúveis em água, que fornecem o potássio necessário ao desenvolvimento vegetal. Sulfato de potássio e cloreto de potássio são as principais matérias primas para a produção desses fertilizantes.
  • Orgânicos – são dejetos de animais ou vegetais, de ação lenta, que fornecem os principais nutrientes essenciais às plantas. Como exemplo de fertilizantes orgânicos tem-se o estrume (ou esterco de curral), chorume, farinha de peixe, farinha de ossos, etc.
  • Mistos – combinação de fertilizantes nitrogenados, fosfatados e potássicos.
A aplicação de todo e qualquer fertilizante requer uma avaliação prévia das condições do solo. Para isso, pode ser feita uma análise de solo, um teste que verifica, entre outros aspectos, o nível de fertilidade, a capacidade de armazenamento de água e as propriedades físicas da terra a ser cultivada. Através da análise de solo e de possíveis sintomas de má nutrição vegetal, há como determinar o tipo de fertilizante necessário, bem como sua quantidade. O excesso de adubo pode ser tão nocivo à planta quanto sua carência.

3 de jun. de 2013

Álcool Combustível

Um dos principais temas de discussão no mundo moderno é o papel da energia na sobrevivência e no desenvolvimento da civilização humana, e o risco de destruição do ambiente por uso indiscriminado de energia. A energia pode ser gerada em usinas atômicas e usinas hidroelétricas, mas boa parte da energia utilizada hoje provém da queima de combustíveis, que são compostos orgânicos; por isso a preocupação com os problemas de energia faz parte obrigatoriamente da consciência dos químicos orgânicos. Sabemos que os combustíveis fósseis  (gasolina, gás natural) são importantes fontes de energia e matéria-prima para a manutenção da vida e da civilização. No entanto, eles não são recursos renováveis, isto é, estará esgotado em um futuro próximo, motivo de preocupação e de decisões. No futuro, contaremos com a energia obtida da fissão nuclear – igualmente não-renovável – e a energia de recursos renováveis, que podem ser substituídos periodicamente pelo crescimento sazonal das plantas.
O conceito de energia renovável provém das seguintes considerações: sem a influência do ser humano, a Terra recebe energia exclusivamente do Sol e perde energia para o espaço em um processo equilibrado que mantém a temperatura média constante; parte da energia recebida do Sol é utilizada pelas plantas para transformar CO2 e H2O em compostos orgânicos, que são utilizados pelos animais para gerar novamente energia CO2, mantendo constante também a concentração de CO2 na atmosfera; outra parte é utilizada para transformar água em vapor ou para movimentar o ar, sendo depois convertida em calor nas chuvas, ventos, cachoeiras, etc. A energia produzida por usinas hidroelétricas, portanto, não deve alterar a temperatura média da Terra, pois ela seria mesmo transformada em calor de uma forma ou de outra, e é renovável porque a água sempre reinicia o seu ciclo de evaporar e condensar, retornando ás cachoeiras; da mesma forma, a energia produzida por combustíveis como o etanol  (proveniente da fermentação do caldo de cana) também não é uma energia adicionada ao ambiente, pois seria transformada em calor de qualquer madeira; e é renovável porque pode-se plantar mais cana para absorver a energia solar e produzir mais etanol.
Da cana-de-açúcar, recurso renovável, é obtido um dos combustíveis utilizados no Brasil: o álcool etílico ou etanol (C2H5OH). Outros vegetais ricos em açúcar, como beterraba e frutas, em amido, como mandioca, arroz e milho, e em celulose, como madeira – principalmente dos eucaliptos -, também podem ser utilizados para produzir etanol.
Frota verde tenta reviver o Proálcool
O pontapé para a reativação do Proálcool foi dado pelo governo, por meio da Lei nº 9.660. Entre outros pontos ela instituiu a “frota verde“, obrigando a troca de toda a frota Federal por modelos a álcool num prazo de cinco anos. As exceções são carros de combate e de transporte de tropas do Exército. Veículos adquiridos com incentivos fiscais também terão de ser movidos com o combustível (como táxis), e grupos de consórcio destinados à aquisição de veículos a álcool terão prazo de duração maior.
Combustão
Os alcoóis, em excesso de oxigênio, queimam (combustão completa), produzindo CO2 e H2O. A combustão do álcool limpo contribui para a redução do efeito estufa e diminui substancialmente a poluição do ar, já que é menos poluente que os combustíveis fósseis (como gasolina, carvão e diesel), minimizando os seus impactos na saúde pública.
H3C─CH2─OH + 3 O2 → 2 CO2 + 3 H2O ∆H = – 1.368 kJ/mol


27 de mai. de 2013

Chorume

O lixo doméstico, comumente, possui uma dada quantidade de água, oriunda da umidade do ar e do processo de decomposição da matéria orgânica. Essa água percorre lixões e aterros sanitários  com a ajuda das chuvas, dissolvendo substâncias presentes em tais locais e formando um líquido extremamente poluente denominado chorume.
Também conhecido como líquido percolado, o chorume apresenta uma coloração bastante escura, odor forte característico, além de uma textura viscosa. Sua composição varia de acordo com diversos fatores, como, por exemplo, o tipo de detritos descartados sobre o solo, o tipo de solo da região, o teor de umidade do local, a quantidade de oxigênio distribuída, a forma como foi implantado o aterro sanitário, sua localização em relação ao lençol freático, entre outros. De um modo geral, na constituição desse líquido se encontram substâncias orgânicas (principalmente carbono e nitrogênio orgânico), além de materiais inorgânicos, como mercúrio, cobre, chumbo, arsênio, cádmio, cobalto e cromo.
Ao circular pelo solo em que o lixo foi depositado, o chorume carrega microrganismos, metais pesados, nitratos e fosfatos e muitas outras substâncias. Dessa forma, é possível que o líquido atinja o lençol freático (reservatório de água subterrânea proveniente da água da chuva infiltrada no solo), poluindo-o. Quando o lençol freático é contaminado pelo chorume, as águas superficiais, como rios, lagos e minas também são poluídas, uma vez que são abastecidas por ele. Com a contaminação da água, as espécies aquáticas e as plantações irrigadas também são acometidas.
O chorume apresenta, ainda, uma elevada concentração de demanda biológica de oxigênio  (DBO), um parâmetro utilizado para determinar a quantidade de oxigênio necessária na degradação da matéria orgânica por processos bioquímicos. O aumento desse índice representa um grave problema ambiental: quando a necessidade de oxigênio é muito alta, pode ocorrer, como alternativa, a decomposição anaeróbia da matéria (sem presença de oxigênio), o que leva à produção de gases tóxicas como metano, gás carbônico, mercaptanas, amônia, fenóis e outros.
Uma forma de solucionar os impactos ambientais causados pelo chorume é o tratamento desse produto. Basicamente, existem duas formas de tratar o chorume: a forma aeróbia, em que é fornecido o oxigênio necessário para a decomposição completa da matéria; e a forma anaeróbica, que ocorre sem a presença de oxigênio em reatores fechados. A maneira como o chorume é tratado varia conforme sua composição e as suas características.

4 de abr. de 2013

Dessalinização da Água

 
Dessalinização é um processo físico-químico de retirada de sais da água, tornando-a doce e própria para o consumo.
Como se sabe, a notícia de que pode faltar água potável no planeta é tenebrosa ao homem, já existem regiões ameaçadas, as Ilhas são exemplos: Ilha de Chipre, Ilha de Páscoa, Ilha Fernando de Noronha, onde os lençóis freáticos diminuíram em razão da exploração. Em alguns países, como a Arábia Saudita e Israel, este já é um problema.

Então por que não transformar água salgada presente em abundância nestes locais em água doce? Esta é a ideia que pode solucionar este problema ambiental, vejamos os possíveis processos para a dessalinização da água:

Evaporação: a água salgada é colocada em um tanque com fundo preto e teto de vidro transparente, este tanque permite que o calor do sol evapore a água.
Observe a figura que ilustra o processo descrito acima:
1. A água salgada é retirada do mar e transferida para o tanque 1 (setas vermelhas);

2. A luz solar incidente (parte superior do tanque: indicada pelas setas brancas), faz com que a água salgada se evapore;

3. O vapor de água passa por um resfriamento e se converte em líquido por condensação: o processo é representado pelas setas amarelas. O produto líquido é a água já no estado puro, esta é recolhida por canaletas e então armazenada no tanque 2.

O processo é simples e barato, o grande problema é que os tanques ocupam extensas áreas e estas precisam receber iluminação solar satisfatória para que a evaporação ocorra com sucesso.

Osmose reversa:

Também conhecida como Osmose Inversa, é onde se exerce forte pressão em uma solução salina. Como o próprio nome já diz, esse processo é o inverso da osmose natural (passagem de uma substância pura para uma solução através de uma membrana semipermeável). Só que para dessalinizar a água é preciso que esta passagem ocorra inversamente: da solução (água e sal) para água pura. Não entendeu? É fácil! O processo consiste em realizar a passagem da água salgada por membranas de fibra oca. Estas fibras contêm poros microscópicos e todo o sal e impurezas presentes na água ficam retidas nestes pequenos poros.

Repare que, ao contrário da osmose comum, a reversa consiste na transferência de uma solução salgada para uma purificada. Este método é o que apresenta perspectivas para a solução da água, atualmente já existem usinas operantes no Golfo Pérsico, Espanha, Malta, Austrália e Caribe convertendo 4,8 bilhões de metros cúbicos de água salgada em água doce, por ano.

2 de abr. de 2013

Qual é o Combustível Que Mais Polui a Atmosfera?

 
Qual será o combustível que mais prejudica nossa saúde: o álcool, o diesel, ou a gasolina?

As Indústrias de automóvel deram um importante passo ao lançarem os veículos “total flex”. Os consumidores além de poderem economizar no combustível, têm a opção de abastecerem com combustíveis que causem menos poluição que a gasolina (no caso o álcool), mas será que esta idéia está politicamente correta?

Parece que quem usa álcool ao invés de gasolina não polui, e está isento de culpa nesses tempos de aquecimento global, esta é uma visão errada dos conceitos de poluição. Acontece que o álcool também polui, é verdade que em menos proporção que a gasolina, mas não pode ser classificado como não-poluente, veja por que:

Em relação à emissão de gases poluentes, a queima do álcool emite menos gases poluentes na atmosfera, pelo fato de ser derivado da fermentação da cana-de-açúcar. Já a gasolina, além de ser derivada do petróleo, não possui um motor que faz a combustão de forma correta, lançando na atmosfera gases que prejudicam a saúde humana e o meio ambiente.

O álcool e a gasolina poluem consideravelmente menos do que o diesel, graças ao catalisador. Esse importante equipamento faz com que gases mais prejudiciais, como os monóxidos de carbono, sejam transformados em substâncias menos perigosas. Mas ambos são responsáveis pela emissão do perigoso dióxido de carbono, que contribui para o efeito estufa e o aquecimento global.
No caso do diesel, os hidrocarbonetos que compõem a gasolina são mais leves do que aqueles que compõem o óleo diesel, pois são formados por moléculas de menor cadeia carbônica (normalmente cadeias de 4 a 12 átomos de carbono), por isso o diesel se torna o grande vilão no trânsito, e para agravar a situação, os veículos movidos a diesel, como ônibus e caminhões, não são equipados com bons catalisadores (peça vital para reduzir a emissão de gases poluentes).

Além disso, metais pesados altamente nocivos também fazem parte da composição do diesel. Eles se acumulam no organismo humano e, depois de alguns anos, chegam a causar até mesmo males neurológicos. Estudos revelaram que as dioxinas presentes no diesel são responsáveis por provocar as fortes dores de cabeça, distúrbios hormonais e câncer no aparelho respiratório.

O biodiesel é a solução para evitar esse desastre mundial, e o Brasil sai na frente na conquista desse importante aliado no combate aos problemas ambientais.

25 de mar. de 2013

Benzenismo

Todos os compostos aromáticos apresentam perigo quando em contato com o organismo humano. O Benzenismo é a doença causada pelo composto orgânico Benzeno (C6H6), este por sua vez corresponde à estrutura mais simples da classe de Compostos aromáticos:
                                       
                                                Benzeno 
As Indústrias Químicas (Petroquímica, de tintas e vernizes, de couros, etc.) são as principais responsáveis pela emissão de vapores tóxicos de benzeno. A prova disso são as vítimas comuns de Benzenismo que trabalham nestes locais.
O benzenismo aparece como resultado da intoxicação crônica por longo período de exposição a concentrações baixas (1ppm) de aromáticos.
A gravidade da intoxicação é resposta ao tempo de exposição e quantidade de produto ingerida ou inalada. Sendo que o nível de toxidez é medido através do índice DL 50 (dose letal 50), que relaciona a quantidade de substância por quilo do peso da vítima.
O benzenismo atinge o sistema nervoso central e a medula óssea. Entre os sintomas da doença estão cansaço excessivo, dores de cabeça, tonturas e hemorragias (estes para os casos menos graves). As anemias (redução dos glóbulos vermelhos) e a leucemia (câncer de sangue) são consequências de níveis mais altos de intoxicação. 

Fonte:http://www.brasilescola.com/quimica/benzenismo.htm

21 de mar. de 2013

Clorofluorcarboneto

 
O clorofluorcarboneto, também conhecido como CFC ou cloro-fluor-carbono, é um composto sintético, gasoso e atóxico que pode ser utilizado como solvente, propelente (gás usado em sprays), expansor de plásticos, e como refrigerante em freezers, aparelhos de ar condicionado e geladeiras.
O CFC é tido como o principal causador do buraco na camada de ozônio e desde a descoberta de sua toxicidade na atmosfera (onde pode permanecer por até 75 anos antes de ser destruído), são feitas tentativas de banir o uso do produto.
Estima-se que o CFC seja 15.000 vezes mais nocivo a camada de ozônio do que o dióxido de carbono (CO2). (CENAMO, 2004). Isso porque ao ser liberado na atmosfera o CFC se concentra na estratosfera (onde fica a camada de ozônio) e sofre uma reação chamada fotólise: quando submetido à radiação ultravioleta proveniente do sol o CFC se decompõe liberando o radical livre cloro (Cl) que reage com o ozônio decompondo-o em oxigênio gasoso (O2) e monóxido de cloro (OCl).
O CFC se decompõe liberando o radical livre cloro (Cl):
O cloro então reage com o ozônio formando oxigênio gasoso e monóxido de cloro:
Cl + O3 -> O2< + OCl
O monóxido de cloro reage novamente com o ozônio liberando mais duas moléculas de oxigênio gasoso e uma de cloro que reagirá novamente com o ozônio em um ciclo que se repete até que o cloro finalmente se una a uma substância mais densa que o leve para camadas mais baixas da atmosfera impedindo-o de reagir, ou então, com alguma substância com a qual forme uma ligação forte o suficiente para resistir a fotólise.
OCl + O3 -> 2O2 + Cl
O CFC começou a ser produzido em 1928 como alternativa promissora na substituição de outros gases refrigerantes. Parecia que a General Motors, criadora do produto, tinha descoberto uma mina de ouro: os CFC`s eram fáceis de estocar, de produção barata, estáveis e ainda, bastante versáteis. Sua aplicação se estendia desde a refrigeração, até o uso como solvente.
Em 1974, entretanto, os químicos norte-americanos Sherwood Roland e Mario Molina descobriram que o CFC, embora completamente inofensivo para nós, fazia estragos enormes na camada de ozônio. Assim, em 1978, o CFC, que depois passou a ser conhecido também como “Freon” marca criada pela Dupont, começou a ser relacionado com a destruição da camada de ozônio.
Entretanto, as opiniões estavam ainda bastante divididas e o consumo dos CFC`s no mundo somente crescia até que, em 1987, 150 cientistas de quatro países foram em uma expedição até a Antártida e confirmaram que a concentração de monóxido de cloro sobre a região era cem vezes maior que em qualquer outro lugar do planeta.
Nesse ínterim foi realizada, em 1985, a “Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio” que, junto com as descobertas dos pesquisadores na Antártida, culminou com a assinatura, em 16 de setembro de 1987, do Protocolo de Montreal onde ficou acordado o banimento gradativo do CFC e sua substituição por outros gases que não agredissem a camada de ozônio. O Brasil aderiu ao Protocolo de Montreal em 1990 com a meta de banir o CFC até 2010.
Devido à assinatura do Protocolo de Montreal, o dia 16 de setembro é considerado o Dia Mundial de Proteção à Camada de Ozônio.
Hoje em dia sabe-se que existem outros produtos químicos que também agridem a camada de ozônio como o metil clorofórmio e o brometo de metila. Até mesmo alguns dos substitutos do CFC são considerados prejudiciais a camada de ozônio porém em escala bem menor.
Alguns tipos de CFC e seus substitutos (CETESB):
CFC –> Substituto
CFC-11 (triclorofluormetano) –> HCGC-123
CFC-12 (Diclorodifluormetano) –> HCFC-134a; R-401A; R-401B; R-409A.
R-13/R-503 –> R-508B
CFC-114 –> HCFC-123; HCFC-124.
R-502 –> R-402A; R-408A; R-404A; R-507C; HCFC-22.
Outros tipos de substâncias que destroem a camada de ozônio (Decreto Estadual N. 41.629 de 10/03/97, São Paulo):
CFC-11 (triclorofluormetano)
CFC-12 (Diclorodifluormetano)
CFC-113 (1.1.2-Tricloro-1.2.2-trifluoretano)
CFC-114 (1.2-Diclorotetrafluoretano)
CFC-115 (Cloropentafluoretano)
Halon 1211 (Bromoclorodifluormetano)
Halon 1301 (Bromotrifluormetano)
Halon 2402 (Dibromotetrafluoretano)
CFC-13 (Clorotrifluormetano)
CFC-111 (Pentaclorofluoretano)
CFC-112 (Tetraclorodifluoretano)
CFC-211 (Heptaclorofluorpropano)
CFC-212 (Hexaclorodifluorpropano)
CFC-213 (Pentaclorotrifluorpropano)
CFC-214 (Tetraclorotetrafluorpropano)
CFC-215 (Tricloropentafluorpropano)
CFC-216 (Diclorohexafluorpropano)
CFC-217 (Cloroheptafluorpropano)
CCl 4 (Tetracloreto de carbono)

11 de mar. de 2013

CO2: Molécula Perigosa

 
Se alguém dissesse há 100 anos que um átomo de carbono ligado a dois átomos de oxigênio seria o responsável pela destruição do planeta seria difícil acreditar, mas a atual situação leva-nos a crer nisso. A estrutura citada refere-se ao CO2: dióxido de carbono.

O gás carbônico ou dióxido de carbono, como o próprio nome diz, é um óxido. Óxidos são todos os compostos que apresentam oxigênio ligado à direita da fórmula.

O gás CO2 se faz presente na atmosfera e é responsável pelo efeito estufa, a cada ano pesquisas revelam um aumento na emissão deste poluente. Os veículos movidos a combustíveis fósseis (petróleo) são os responsáveis pela emissão desse gás, e como a frota de carros não para de aumentar, temos um grande problema.

A emissão de CO2 ocorre também durante as queimadas, com elas o homem destrói a única forma de eliminar o gás prejudicial da atmosfera, que é através da fotossíntese. Resumindo, as árvores poderiam ajudar a purificar nossa atmosfera, mas são eliminadas pelo desmatamento ou queimadas para dar espaço às plantações; e ainda colaboram para aumentar os índices de Dióxido de Carbono.

O efeito estufa é a resposta da natureza para a agressão do homem. No último século foi constatado um aumento de 0,5° C na temperatura média da Terra e é por isso que sentimos na pele o prejuízo. Estima-se que esta crise poderá afetar a água potável, a ideia de que pode faltar este bem essencial à nossa sobrevivência assusta e nos faz pensar: de que forma podemos ajudar nosso planeta?

Se todos se unirem em prol de uma solução, este problema que ameaça nos consumir poderá ser extinto. A ideia de se usar biocombustíveis e não realizar as tais queimadas é um bom começo para essa realidade. 

19 de fev. de 2013

Isopor

 
 O poliestireno, ou isopor, como é conhecido no Brasil, é um polímero aromático sintético feito com o monômero de estireno, um líquido derivado da indústria petroquímica. O poliestireno pode ser rígido ou em espumado, mas geralmente é usado na sua forma é branca, dura e quebradiça. Levando em consideração seu peso, é uma resina muito barata, sendo bastante usada como uma eficiente barreira contra o oxigênio e vapor de água, tendo um ponto de fusão relativamente baixo. O poliestireno é um dos plásticos mais utilizados no mundo, sendo produzidas milhões de toneladas anualmente. O poliestireno pode ser naturalmente transparente, mas geralmente é colorido com o uso de corantes. Geralmente, é usado como uma embalagem de proteção.
Monômero de Poliestireno
Como polímero termoplástico, o poliestireno permanece em estado sólido à temperatura ambiente, mas derrete quando aquecido à uma temperatura superior 100 ° C, sendo capaz de tornar-se rígido novamente quando resfriado. Este comportamento é explorado para durante o processo de moldagem, uma vez que pode ser convertido em moldes com altos níveis de detalhes. Ele é muito lento para se biodegradar, gerando, portanto, um foco de polêmica, já que muitas vezes seus restos são notados no ambiente ao ar livre, especialmente ao longo das costas e canais de água.
O poliestireno foi descoberto em 1839, por Eduard Simon, um boticário, em Berlim. Da estoraque, a resina da árvore turca árvore-do-âmbar, Liquidambar orientalis, ele destilou uma substância oleosa, um monômero a que deu o nome de estirol. Vários dias depois, Simon descobriu que o estirol havia engrossado, presumivelmente pela oxidação, tornando-se uma geleia, que ele chamou de óxido de estireno. Em 1845, os químicos John Blyth e August Wilhelm von Hofmann, inglês e alemão, respectivamente, provaram que a mesma transformação de estirol ocorria mesmo na ausência de oxigênio. Eles chamaram a substância de “metastyrol “. Análises feitas posteriormente mostraram que era quimicamente idêntica ao óxido de estireno. Em 1866, Marcelin Berthelot identificou corretamente que a formação do “metastyrol” era resultado de um processo de polimerização. Cerca de 80 anos mais tarde, percebeu-se que o aquecimento do estirol desencadeia uma reação que produz macromoléculas, seguindo a tese do químico orgânico alemão Hermann Staudinger (1881-1965). Esta descoberta levou à substância que conhecemos hoje por poliestireno.
Em 1931, a empresa IG Farben, de Ludwigshafen, começou a produção em larga escala do poliestireno, esperando que ele fosse substituto natural para o zinco fundido, em muitas aplicações. O sucesso foi alcançado quando eles desenvolveram uma forma de produzir poliestireno em formas circulares, usando o calor para moldar.
O poliestireno é resultados da ligação entre os monómeros de estireno. Na polimerização, a ligação carbono-carbono pi (do grupo de vinilo) é quebrada e uma nova ligação carbono-carbono simples é formada, anexando um outro monómero de estireno para a cadeia. Essa nova ligação é muito mais forte do que a ligação que anterior, tornando mais difícil de despolimerizar poliestireno. Geralmente, são necessários alguns milhares de monómeros para uma cadeia de poliestireno, que lhe dá um peso molecluar de 100,000 a 400,000, e uma densidade de 1050 kg/m³.
O poliestireno é, quimicamente, muito inerte, resistente à substâncias ácidas e básicas. Devido à sua resistência e à inércia, é utilizado para a fabricação de muitos objetos do comércio. É atacada por muitos solventes orgânicos, os quais se dissolvem o polímero. Um dos problemas do isopor é sua composição: 98% de ar e 2% de plástico. Por isso, quando é derretido, o volume final do poliestireno cai para 10% daquilo que foi coletado. Por essa razão, a maioria das empresas de reciclagem se recusam a lidar com esse material. Além de ocupar muito volume, o que encarece seu transporte e, consequentemente, a sua reciclagem, exigindo quantidades muito grandes para se viabilizar economicamente o processo como um todo. Quando é descartado como lixo, ele pode levar cerca de 150 anos para se decompor. Se queimado, produz grande quantidade de gás carbônico, contribuindo para a poluição e para o aquecimento global.
Já existe um chamado “isopor biodegradável”. Composto por fungos de raízes e resíduos agrícolas, o Eco Cradle, como é chamado oficialmente, pode ser moldado em qualquer forma, tem baixo custo de produção e pode ser reutilizado ou aplicado como fertilizante.

Fonte:http://www.infoescola.com/compostos-quimicos/isopor/

13 de fev. de 2013

Cemitério de Corais Causado Pelo Aquecimento Global

 
Os corais constituem colônias de animais e plantas do mundo marinho, abrigando extraordinárias biodiversidades e produtividades. O mundo sempre se fascinou com a sua variedade de cores e com as suas múltiplas formas espantosas.
Porém, uma notícia triste e preocupante para todo o planeta é que esses corais estão ficando brancos, ou seja, estão morrendo em uma velocidade alarmante. Das 1400 espécies de corais conhecidas, 231 estão em diferentes graus de risco de extinção. Há dez anos esse número era de apenas 13. Com isso, as mais de 2 milhões de espécies abrigadas por estes também sofrem as consequências e podem até desaparecer.
Mas o que está ocasionando isto? A resposta é simples e muito comentada nos nossos dias: o aquecimento global.
Os corais são afetados diretamente pela temperatura, pela radiação solar e pela química dos oceanos.
As águas dos mares estão ficando mais quentes, com isto os corais se contraem e começam a sufocar as algas dentro deles. Estas, por sua vez, soltam toxinas para forçar o coral a expulsá-las. Por isto eles ficam doentes e com a cor branca. Se a temperatura do mar não volta ao normal, eles, por fim, morrem.
Além de mais quentes, os mares estão mais ácidos. Com o aumento da poluição, principalmente o aumento da concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, o oceano acaba absorvendo esses gases. Diluídos na água, é formado então o ácido carbônico, conforme a reação:
CO2(g) + H2O(l) → H2CO3(aq)
Isso afeta os corais porque o ácido “sequestra” os carbonatos da água que servem para calcificar o esqueleto dos corais. Os carbonatos (CO32-) reagem com ácidos liberando mais gás carbônico.
Os corais não são os únicos afetados, mas principalmente os crustáceos como ostras, mexilhões e caranguejos que têm as suas conchas corroídas. O plâncton calcário sofre também com isto e, uma vez que eles estão na cadeia alimentar marinha, servindo de alimento para organismos maiores, ocorrerá um desequilíbrio na cadeia inteira, inclusive em espécies que alimentam o ser humano.
É um processo químico inevitável. Por isso, medidas urgentes devem ser tomadas. Um exemplo é a Austrália que estabeleceu áreas de corais a serem protegidas de visitantes e passou a controlar o uso de fertilizantes nas plantações próximas.


31 de jan. de 2013

Água da Chuva é Potável?

 
Alguma vez você já experimentou água da chuva? Uns dizem que a mesma é potável, e de fato, ela parece estar limpa, pois cai diretamente do céu sobre nós. Seria uma forma d solucionar  a escassez de água no mundo. Mas não é bem assim, antes de chegar ao solo, a chuva vai capturando tudo que encontra pela frente, e como nossa atmosfera é poluída, se torna um verdadeiro arraste de poluentes.
Imagine então, tomar uma água que contenha gases tóxicos lançados em nossa atmosfera? Estes gases podem causar várias doenças. Portanto, fique atento! Se a atmosfera da região onde mora for poluída, a chuva vai conter todos os elementos contaminadores.

Em algumas regiões, como nos campos e florestas, ainda existe uma preservação da atmosfera, nestes locais pode-se dizer que a atmosfera está límpida, mas mesmo assim, a prática de ingerir água da chuva se torna perigosa. Mas se a necessidade falar mais alto, ferva esta água a uma temperatura superior a 100 °C, de modo que todos os micro-organismos patogênicos presentes no meio, sejam eliminados. 

22 de jan. de 2013

Adubos Orgânicos

http://botanicaviveiro.com.br/meusarquivos/FLORA.JPG 
Para se desenvolver, o vegetal retira do solo macronutrientes e micronutrientes que são compostos de átomos de elementos químicos que passam a constituir os seus tecidos. Os micronutrientes são consumidos em pequenas quantidades, enquanto que os macronutrientes são consumidos em larga escala e são compostos principalmente de carbono, hidrogênio e oxigênio, obtidos por meio do gás carbônico (CO2) presente no ar e na água (H2O).
Outros elementos essenciais para o crescimento das plantas são: enxofre, nitrogênio, fósforo e potássio. Esses nutrientes são retirados do solo e, depois, quando as plantas morrem, elas se decompõem e devolvem tais nutrientes à terra, o que possibilitará que outras plantas possam usar esses nutrientes para crescer.
Os elementos químicos retirados do solo possibilitam o desenvolvimento das plantas
No entanto, o ser humano interfere nesse ciclo, colhendo as plantações. Então, com o passar do tempo, os nutrientes da terra vão cessando, empobrecendo o solo, que não mais poderá ser usado para o plantio. Assim, é preciso que o próprio homem enriqueça o solo com esses nutrientes. Isso é feito por meio de adubos, que podem ser orgânicos ou inorgânicos.
Veja a seguir o que difere esses dois tipos de adubos e qual é considerado o melhor:
  • Adubo Orgânico: são adubos obtidos por meio de matéria de origem vegetal ou animal, como esterco, farinhas, bagaços, cascas e restos de vegetais, decompostos ou ainda em estágio de decomposição. Esses materiais sofrem decomposição e podem ser produzidos pelo homem por meio da compostagem.
Uma das vantagens do adubo orgânico é que, com a compostagem, reciclam-se resíduos sólidos municipais urbanos de origem orgânica. Também é possível reciclar tais resíduos dispostos conjuntamente com lodo gerado em estações de tratamento de esgotos domésticos, minimizando, assim, o lixo produzido. Além disso, ainda há diminuição da quantidade de restos orgânicos (que são depositados nos rios) e dos chorumes (que infiltram o solo, atingindo as águas subterrâneas).  
Na compostagem, a matéria orgânica é segregada e submetida a um tratamento composto por dois estágios básicos: a digestão (fermentação causada por microrganismos, sendo que os principais são as bactérias, os fungos e os actinomicetos. Nesse estágio,o material alcança o estado de bioestabilização e a decomposição ainda não está completa) e a maturação (a massa em fermentação atinge a humificação, dando origem a uma massa denominada húmus, estado em que o composto apresenta-se como melhorador do solo e fertilizante).
Legenda: Esquema do processo de compostagem
O adubo gerado é denominado composto. É rico em macronutrientes e incorpora, em doses mínimas, micronutrientes também. Além disso, aumenta a flora bacteriana e a microfauna, essenciais na formação do húmus.
  • Adubo Inorgânico: são adubos obtidos a partir de extração mineral ou refino do petróleo. Alguns exemplos são: os fosfatos, os carbonatos, os cloretos e o salitre do chile.
Aplicação de adubo inorgânico
A vantagem desse tipo de adubo é que, como eles se apresentam na forma iônica, seus nutrientes são absorvidos pelas plantas com maior facilidade e o resultado é mais rápido.
Além disso, eles apresentam composição química definida e os orgânicos não; de modo que é possível realizar com eles cálculos precisos sobre a quantidade que se deve usar em cada caso. Isso é extremamente importante, pois o uso excessivo de adubos inorgânicos pode causar desastres ambientais, como mudança na composição química do solo, tornando-o menos produtivo e, em longo prazo, causando danos ao ecossistema.
É por isso que muitos ambientalistas defendem o uso dos adubos orgânicos, dizendo que eles não causam nenhum risco ambiental. Porém, os que defendem os adubos inorgânicos dizem que os orgânicos só são viáveis para pequenas lavouras e que podem contaminar o solo se houver agentes infecciosos nas fezes dos animais.
Uma saída, nesse último caso, é usar somente restos vegetais para produzir o adubo orgânico. Mas uma boa maneira de se compensar os efeitos negativos de cada método de adubação é conhecer bem as propriedades do solo que se está trabalhando e realizar uma combinação equilibrada de todas essas técnicas.


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