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30 de dez. de 2013
14 de mai. de 2013
Bomba Atômica
A Bomba atômica é uma arma de energia nuclear que possui um grande poder
de destruição. Foi elaborada durante a Segunda Guerra Mundial quando
houve a necessidade de desenvolver novas armas de combate. Partindo
dessa necessidade, alguns cientistas realizaram pesquisas do átomo
partindo das teorias de Albert Einstein.
Antes de saber sobre o funcionamento da bomba atômica você precisa saber sobre o elemento Urânio, um dos causadores da explosão. O Urânio é um isótopo, ou seja, existem duas formas do elemento Urânio, elas possuem o mesmo número atômico, mas se diferem na quantidade de massa.
O Urânio com massa 238 é mais comum na natureza, já o que possui massa 235 representa apenas 0,72% do total de Urânio existente, e é justamente ele que representa perigo à humanidade. É usado em reatores nucleares e em bombas atômicas.
Quando o núcleo do átomo de urânio 235 é atingido velozmente por um nêutron em alta velocidade, ele se quebra em dois pedaços e lança mais nêutrons e porções de energia. Cada um dos nêutrons projetados pela quebra atinge outros núcleos de átomos de urânio, realizando novamente a quebra e gerando mais nêutrons e mais energia, e assim sucessivamente. Esse processo é chamado de fissão nuclear (fissão=quebra, nuclear= núcleo) e significa a quebra do núcleo.
Em 1942, cientistas nos Estados Unidos realizaram a primeira experiência atômica e obtiveram êxito. Aproveitando a descoberta, o presidente americano Harry Truman, querendo forçar o Japão a sair da guerra, ordenou que fossem lançadas duas bombas sobre o país.
Em 06 de agosto foi lançada a primeira bomba em Hiroshima e três dias depois a segunda bomba em Nagasáqui. Tais lançamentos provocaram a morte de 200 mil pessoas em Hiroshima e de 150 mil pessoas em Nagasáqui. Essa arma nuclear tinha a potência equivalente a 20 mil toneladas de dinamite. Ainda hoje, passados 58 anos da explosão da primeira bomba atômica, o número de vítimas continua sendo contabilizado, já ultrapassando 250 mil mortos.
Vale lembrar que uns poucos quilos de Urânio é capaz de provocar um enorme estrago como o que ocorreu em Hiroshima e Nagasáqui.
Antes de saber sobre o funcionamento da bomba atômica você precisa saber sobre o elemento Urânio, um dos causadores da explosão. O Urânio é um isótopo, ou seja, existem duas formas do elemento Urânio, elas possuem o mesmo número atômico, mas se diferem na quantidade de massa.
O Urânio com massa 238 é mais comum na natureza, já o que possui massa 235 representa apenas 0,72% do total de Urânio existente, e é justamente ele que representa perigo à humanidade. É usado em reatores nucleares e em bombas atômicas.
Quando o núcleo do átomo de urânio 235 é atingido velozmente por um nêutron em alta velocidade, ele se quebra em dois pedaços e lança mais nêutrons e porções de energia. Cada um dos nêutrons projetados pela quebra atinge outros núcleos de átomos de urânio, realizando novamente a quebra e gerando mais nêutrons e mais energia, e assim sucessivamente. Esse processo é chamado de fissão nuclear (fissão=quebra, nuclear= núcleo) e significa a quebra do núcleo.
Em 1942, cientistas nos Estados Unidos realizaram a primeira experiência atômica e obtiveram êxito. Aproveitando a descoberta, o presidente americano Harry Truman, querendo forçar o Japão a sair da guerra, ordenou que fossem lançadas duas bombas sobre o país.
Em 06 de agosto foi lançada a primeira bomba em Hiroshima e três dias depois a segunda bomba em Nagasáqui. Tais lançamentos provocaram a morte de 200 mil pessoas em Hiroshima e de 150 mil pessoas em Nagasáqui. Essa arma nuclear tinha a potência equivalente a 20 mil toneladas de dinamite. Ainda hoje, passados 58 anos da explosão da primeira bomba atômica, o número de vítimas continua sendo contabilizado, já ultrapassando 250 mil mortos.
Vale lembrar que uns poucos quilos de Urânio é capaz de provocar um enorme estrago como o que ocorreu em Hiroshima e Nagasáqui.
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30 de abr. de 2013
Bomba de Dispersão Radiológica
Uma bomba de dispersão radiológica, vulgarmente chamada de bomba suja, é
um dispositivo muito simples que, como o próprio nome já diz, dispersa
material radioativo.
A bomba suja é uma combinação de efeito explosivo com danos radioativos. Em termos de economia é uma ótima opção, uma vez que é feita de modo rústico e com materiais de baixo custo, por outro lado, ela não alcança os mesmos efeitos das demais bombas nucleares.
Princípio de ativação
Usar a expansão de gás como um meio de propulsão para o material radioativo não pareceu uma má ideia para os projetores de bombas. Dessa forma seria possível espalhar material radioativo por extensas áreas, pois é exatamente isso que a bomba de dispersão faz.
Quando o explosivo é liberado, o material radioativo se espalha com grande força e por isso alcança uma distância considerável. A nuvem de poeira que se forma é visível e, ao ser transportada pelo vento, atinge uma área maior do que a da própria explosão.
A força destrutiva da bomba está na radiação ionizante do material contido nela. As partículas alfa e beta, os raios gama e raios-X, constituem tal efeito ionizante. Tal radiação possui energia suficiente para causar danos ao homem a longo prazo.
A bomba suja é uma combinação de efeito explosivo com danos radioativos. Em termos de economia é uma ótima opção, uma vez que é feita de modo rústico e com materiais de baixo custo, por outro lado, ela não alcança os mesmos efeitos das demais bombas nucleares.
Princípio de ativação
Usar a expansão de gás como um meio de propulsão para o material radioativo não pareceu uma má ideia para os projetores de bombas. Dessa forma seria possível espalhar material radioativo por extensas áreas, pois é exatamente isso que a bomba de dispersão faz.
Quando o explosivo é liberado, o material radioativo se espalha com grande força e por isso alcança uma distância considerável. A nuvem de poeira que se forma é visível e, ao ser transportada pelo vento, atinge uma área maior do que a da própria explosão.
A força destrutiva da bomba está na radiação ionizante do material contido nela. As partículas alfa e beta, os raios gama e raios-X, constituem tal efeito ionizante. Tal radiação possui energia suficiente para causar danos ao homem a longo prazo.
Fonte:http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/bomba-dispersao-radiologica.htm
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